Conheça as trilhas brasileiras para curtir o calor da estação – Português (Brasil)

Não é só o sol e a praia que atraem turistas no verão brasileiro. Cercado por parques naturais, o Brasil não faltam trilhas para curtir naquela que é considerada a estação mais quente do ano. Com o auxílio da Rede Nacional de Trilhas de Longa Distância (RedeTrilhas), criada pelos Ministérios do Turismo e do Meio Ambiente e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), os viajantes podem desfrutar de experiências turísticas relacionadas às paisagens e ecossistemas de o país por terra ou água, preferencialmente com sinalização e proteção.

No whole, sete trilhas já aderiram à iniciativa federal, que reúne cerca de 2.000 km de percursos de longa distância adequados para turistas nacionais e estrangeiros, pois possuem sinalização, atrativos turísticos, hospedagem, alimentação e outros pontos de apoio. São eles:

CAMINHOS DA SERRA AO MAR – Localizado no Rio de Janeiro, passa pelos municípios fluminenses de Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Friburgo e cruza algumas das unidades de conservação do mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense, como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e o Área de Proteção Ambiental de Petrópolis. Ao longo do trajeto, a principal atração são os diversos ecossistemas associados ao bioma Mata Atlântica. A trilha é supreme para montanhismo, caminhadas, contemplação, recreação e relaxamento.

ROTA PIONEIRA – Primeira hidrovia de longa distância implantada na RedeTrilhas, o percurso tem 381 quilômetros de extensão e atravessa os estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Estima-se que a trilha possa ser percorrida em 20 noites, canoagem, caminhada ou bicicleta. O roteiro da Rota Pioneira foi pensado para proporcionar a melhor experiência aos aventureiros e percorre os trechos mais seguros, com menor tráfego de navios, passando por pontos de apoio e principais atrativos: parques, praias, canais estreitos, paredões de arenito, and so forth.

TRILHA DO CANYON – Localizado no Rio Grande do Sul, o percurso de 127 quilômetros pode ser feito a pé ou de bicicleta em no máximo cinco dias. Passa por diversos municípios do litoral norte do Rio Grande do Sul, incluindo as cidades de Torres, Mampituba, Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras, Três Forquilhas e Itati. O principal objetivo da trilha é promover a proteção do meio ambiente na zona de amortecimento do Parque Nacional de Aparados da Serra, a integração de diferentes comunidades e o desenvolvimento do turismo nessas localidades.

A TRILHA DA SUCUPIRA – No coração do Brasil, a Trilha da Sucupira é uma ótima opção para os turistas de Brasília (DF). Com aproximadamente 36 km de extensão, o percurso é um dos mais longos que percorrem a capital federal. Na trilha, os visitantes podem ter contato direto com as atrações e espécies nativas do Cerrado. A Floresta Nacional de Brasília, localizada a menos de 30 minutos do centro da capital, é uma unidade de conservação da natureza com o maior número de trilhas de mountain bike demarcadas do país.

A ROTA DA TRANSMANTIQUEIRA – Hóspedes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais também podem aproveitar as belezas naturais desta trilha. A rota da Transmantiqueira, com aproximadamente 1.200 km de extensão, começa na cidade de São Paulo (SP), chegando a vários municípios da região. De um lado, o caminho passa pelo Parque Estadual da Cantareira e atravessa dezenas de unidades de segurança até chegar à cidade mineira de Aiuruoca. Pelo lado oeste, a trilha entra no Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais, e termina na famosa Janela do Céu, um dos pontos mais altos do native. Ao norte, o roteiro segue até o município de Itumirim (MG), passando pela Chapada das Perdizes e Carrancas.

TRANSCARIOCA – A trilha atravessa a cidade do Rio de Janeiro por cerca de 180 km, partindo da Barra de Guaratiba até o Morro da Urca, aos pés do Pão de Açúcar. Entre as atrações para os turistas estão os mirantes das inúmeras atrações da cidade, como o Corcovado e Copacabana. O percurso pode ser percorrido no todo ou em partes, dependendo dos interesses, habilidades e tempo dos visitantes. Atualmente, nove unidades protegidas são interligadas por vias como o Parque Pure Municipal de Grumari, o Parque Nacional da Tijuca e o Parque Estadual da Pedra Branca.

O CAMINHO DE CORALINE – O percurso de 333 km passa por diversas cidades históricas do estado de Goiás, como Corumbá de Goiás, Pirenópolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá e Cidade de Goiás, incluindo também os municípios de Cocalzinho de Goiás, Itaguari e Itaberai. Criada em 2013, a trilha de longa distância cativa os turistas com a riqueza da natureza, vilarejos do entorno e diversos atrativos para os amantes do ecoturismo. O caminho foi criado para conectar municípios, fazendas e atrativos da região. Tudo isto é percorrido por antigos caminhos, no âmbito de uma expedição turística que pode ser apreciada por viajantes a pé ou de bicicleta.

CUIDADO AO PARTICIPAR – Embora o verão brasileiro seja conhecido pelo sol e calor, também tem chuva e precipitação. Para evitar acidentes durante a viagem, siga regras simples de segurança e fique atento à previsão do tempo. Como a estação também é chuvosa, as pedras e os caminhos ficam mais escorregadios. Além disso, a precipitação nas nascentes e nascentes dos rios pode provocar um aumento súbito da vazão, as chamadas enchentes. trombas d’água.

Um dos erros que as pessoas cometem ao visitar esses lugares pela primeira vez é ir sozinho ou em grupo e não usar um guia. Essas opções aumentam o risco de se perder no caminho ou seguir um caminho perigoso. O supreme é sempre fazer a viagem com pelo menos duas pessoas. Além disso, é essencial levar consigo telemóveis totalmente carregados. Apenas um deve ser ligado por vez, e o segundo somente depois que a bateria do primeiro estiver descarregada. Embora não haja sinal na cachoeira, em caso de acidente, você pode retornar ao native protegido por antenas e pedir socorro.

REDES – Para aderir à RedeTrilhas, os interessados ​​devem encaminhar requerimento à Secretaria de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente, que será analisado pelo MMA, MTur e ICMBio. Os trechos adicionais devem seguir as normas da RedeTrilha de mapeamento, identificação (símbolos amarelos e pretos), acesso a serviços, indicação de pontos de apoio, hospedagem e interesse turístico para garantir maior segurança aos visitantes.

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Wiktor Maciel
Gabinete de Comunicação do Ministério do Turismo

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