Crise aumenta pedidos de imigrantes de língua portuguesa para quem não morre de fome já é bom

O medo de não ter o que comer e de ter um teto leva cada vez mais imigrantes de língua portuguesa a buscar ajuda em associações, que já cerraram fileiras para ajudar essas comunidades e principalmente os mais vulneráveis, como os doentes.

“Não morrer de fome já é bom”, disse à Lusa o presidente da Associação dos Angolanos e Amigos de Angola, João Inglês, preocupado com o impacto da crise em Setúbal, sede da organização.

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