Polícia confirma corpo encontrado perto da praia de Ipanema como alemão desaparecido | Rio de Janeiro


O corpo do alemão foi encontrado próximo ao Arquipélago das Cagarras, em frente à Praia de Ipanema, zona sul do RioRede social

Postado em 11/01/2023 17:02 | Atualizado em 11/01/2023 17:50

Rio – A Polícia Civil confirmou na tarde desta quarta-feira (11) que o corpo encontrado próximo ao Arquipélago das Cagarras, em frente à Praia de Ipanema, zona sul do Rio, na terça-feira (10), pertence ao alemão Tom Klak, 28 anos, último visto na madrugada da última quinta-feira (5) na mesma região. Também nesta quarta-feira, vários amigos do jovem compareceram à Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) para depor.

A perícia foi realizada através da arcada dentária, pois o corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição. Segundo a Superintendência-Chefe da Polícia Técnica e Científica (SGPTC), os peritos confirmaram a identificação comparando as arcadas dentárias e os registos dentários da vítima, que period pure da Alemanha. A autópsia revelou que a causa da morte foi afogamento.

“O corpo foi encontrado por pescadores na segunda-feira (10). Os bombeiros foram acionados e os encaminharam para o Instituto Médico Authorized (IML) no centro da cidade. com o consulado alemão e pediu o cartão odontológico de Klak para provar sua identidade. As testemunhas estão sendo ouvidas e a investigação está em andamento”, disse a Polícia Civil em nota.

Investigação

Segundo a delegada do Deat, Patrícia Alemany, a investigação está em andamento e segundo testemunhas Tommy foi visto entrando no mar na madrugada do dia 4 e desde então está desaparecido.

“A investigação está em andamento, já ouvimos várias testemunhas e esse casal que veio ao Rio. Alguns fatos aconteceram e hoje tivemos a confirmação de que o corpo é do Tom, também tivemos acesso a algumas fotos e algumas testemunhas disseram que tentaram entrar em prédios, interferiram em alguns hotéis e que Tommy foi visto indo para a praia, nadando e emblem depois ele desapareceu. Nesse primeiro momento, os bombeiros iniciaram as buscas, só no dia 4 às 00:00 recebemos uma mensagem de que ele estava desaparecido e não sabíamos que period a mesma pessoa que os bombeiros estávamos procurando, sabíamos pelas roupas que ele usava e achamos que estávamos procurando a mesma pessoa”, disse ele.

Segundo o delegado, o casal que prestou depoimento na quarta-feira (10) não estava no Brasil quando Tommy desapareceu, mas cooperam retratando o comportamento do estrangeiro.

“As pessoas entrevistadas hoje vieram da Alemanha, amigos de Tommy, para trabalhar juntos e falar sobre seu comportamento, mas eles não estavam aqui na época, então eles têm informações de outras pessoas que deram a eles, vamos pegar esse testemunho e descobrir ‘quem deu dá-lhes esta informação para interrogar estas pessoas. Pelas imagens que temos e pelas testemunhas, tudo indica que não se encontravam em estado regular”, concluiu.

Primeira versão

A primeira versão do crime contada pelo namorado de Tommy, Leonard Pacheco, de 36 anos, indica que ambos teriam sido agredidos pela Polícia Militar antes do desaparecimento do alienígena.

Segundo Leonardo, que estava internado no Hospital Municipal Miguel Couto, os dois foram agredidos pela Polícia Militar pouco antes do desaparecimento de Thomy. O estrangeiro entrou na unidade sem documentos de identidade. No entanto, de acordo com informações do hospital, ele foi levado ao hospital abalado e os médicos suspeitaram de envenenamento químico. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também informou que ele havia passado por triagem pelas especialidades de cirurgia geral, cirurgia bucomaxilofacial, neurocirurgia e clínica geral e recebeu alta no mesmo dia.

Uma amiga do casal, inclusive, confirmou essa versão e disse que os dois moram em Nova York, nos Estados Unidos, e foram de férias para o Rio de Janeiro passar o ano novo. Ele relata que na noite de quarta-feira Tommy não estava se sentindo bem e eles procuraram atendimento médico. No remaining, os dois resolveram voltar para o apartamento alugado, mas seriam agredidos pela polícia antes mesmo de chegar ao native. A jovem também conta que, temendo os agentes, Leonard saiu do hospital sem alta.

Mas para a família, as alegações do namorado Tommy, a última pessoa que teve contato com o jovem desaparecido, não se sustentam.

“Muitas coisas não fazem sentido. As histórias não batem certo e queremos esclarecer isso. Pelo que entendi, Leonard já voltou para os EUA e achamos estranho que ele esteja indo embora e Tommy esteja desaparecido.. Ele parece estar dizendo algo diferente a cada hora. Sobre a agressão, ele disse que estava com Tommy no momento. Mas pela reconstrução que fizemos, ele ficou sozinho por muito tempo na época. De acordo com nossa programação, ele não viu mais Tommy”, disse um acquainted.

Alguns familiares e amigos chegaram a vir ao Brasil para investigar o caso.

O que diz o primeiro-ministro?

Segundo o primeiro-ministro, agentes do 23º BPM (Leblon) foram chamados para tentar invadir um prédio na Rua Joana Angélica, em Ipanema. A unidade informou que o acionamento ocorreu porque um estranho, que seria Leonardo, que aparentava estar desorientado, brigava dentro do prédio e causava transtornos aos moradores.

“Durante a abordagem, o estrangeiro se comportou de forma agressiva, exigindo o uso de arma não letal para que os policiais o imobilizassem. O homem foi encaminhado ao hospital. .

O primeiro-ministro informa ainda que na madrugada desta quarta-feira (4) o mesmo estrangeiro teria entrado no prédio da Rua Joana Angélica. “A equipe do 23º BPM foi acionada após um homem se aproveitar da desatenção de um morador para entrar na chácara. Nessa primeira abordagem, o homem também parecia se transformar, comportando-se de forma agressiva. O estrangeiro foi conduzido à Delegacia de Atendimento ao Turista, onde foi registrado o caso”, disse.

Por fim, a corporação disse ter instaurado um inquérito para analisar o desenvolvimento do incidente e questionar a polícia.

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