Saiba onde experimentar a melhor comida oriental do DF

Lara Oliveira e Lara Perpétuo*

publicado em 20.01.2023 06:00


(crédito: Mariana Lins)

Ramen, bibimbap, masala de frango… A culinária oriental vai muito além do sushi e do sashimi. NOSSO fique mais divertido Esta semana traz uma seleção especial de restaurantes que contemplam iguarias desde Istambul, no extremo da Europa, até o extremo da Ásia, com o Japão.

Em suma, trazem o gostinho de quem veio de longe e está tentando trazer de casa para Brasília, mas sempre mantendo suas raízes e ligação com as origens, fazendo conexões baseadas na culinária e na cultura dos países de onde vieram . a partir de. “Nossa comida japonesa tem raízes japonesas, pois a chef aprendeu muito com a mãe, que imigrou para o Brasil na década de 1950, e com a comunidade japonesa native”, afirma a sócia e diretora de franquias de restaurantes Miwa Co-Kitchens Donburi. , Nowan Takematsu.

Todo o processo inclui, além de grandes esforços, “a busca pelo conhecimento e o resgate das memórias da alimentação com nossos pais e familiares”. É exatamente isso que enfatiza Edson Kato, criador da franquia Katsu Lamen Home. “Por isso chamamos nosso restaurante de casa da massa japonesa, pois é uma extensão da nossa própria casa.”

Para o proprietário do Restaurante New China, Jackson Younger, é importante adaptarmo-nos ao que o cliente pede, mantendo sempre viva a tradição: “Valorizamos manter vivas as nossas raízes chinesas, os pratos não mudaram muito e continuamos a fazer a nossa própria massa enquanto mantendo a tradição”.

O Soban Korean Kitchen tem uma história semelhante. A proprietária Paula Yang descreve como sua esposa, a chef Patricia Lee, prepara os pratos: “Sua família, desde a época de sua bisavó, passou muitos ingredientes de geração em geração”. Foi assim que surgiu o espaço quando pensaram que Brasília precisava de um restaurante que trouxesse as raízes da cultura coreana. “A culinária oriental, além de milenar, tem muitos sabores, e isso agrada muito ao paladar brasileiro”, finaliza.

cozinha nikkei

“Uma História das Raízes Japonesas no Brasil”. É assim que Nowan Takematsu outline Miwa Co-Kitchen ou Donburi. Se você está procurando “comida japonesa caseira, vai encontrar muito amor e devoção”, não há outro lugar para encontrá-la do que os pratos de assinatura feitos à mão pela Chef Rose Takematsu.

“Nossa família aprecia muito a cultura e a culinária japonesa, é muito bom oferecer nossa comida caseira a cada cliente que vem até nossa casa ou pede no conforto de casa”, afirma Novan. “Muitos clientes japoneses dizem que pensam em sua casa ou avós quando experimentam nossa comida.”

Ele acha um prazer representar a culinária japonesa em Brasília desde 2014, quando a franquia foi fundada, mas tem mais para mostrar: “No nosso restaurante, por exemplo, tem pratos que são muito famosos no Japão, mas são pouquíssimos deles. pessoas que você conhece.”

Para os interessados, Takematsu recomenda começar pelo takoyaki (R$ 24,90), um petisco de massa frita recheada com polvo feito com batata-doce, gengibre e cebolinha; siga para o prato principal katsu kare don (R$ 39,90), donburi – prato de arroz japonês – com lombo de porco à milanesa e curry com batata, cenoura e cebola; e finalize com creme (8 reais), uma sobremesa de farinha de amêndoa recheada com creme de baunilha, chocolate ou matcha.

Ele anuncia que o prato do mês é o tosikoshi soba, o macarrão japonês do ano novo. Que tal começar 2023 por aí?

Preservando as raízes chinesas

Fundado em 1978 por Yang Chung Chi, o Restaurante New China oferece o melhor da cozinha tradicional chinesa no coração do Brasil. Quem prepara pratos como frango, porco agridoce e camarão empanado, é uma equipe nordestina com mais de 20 anos de experiência, treinada por um chef chinês.

“A cozinha oriental sempre acaba tendo que se adaptar ao gosto do cliente sem deixar de manter as raízes”, diz Jackson Younger, filho do fundador, que hoje comanda o negócio. Ele diz que as receitas se mantiveram praticamente as mesmas desde o início: “Nestes 45 anos de casa, os pratos não mudaram muito, e continuamos fazendo nossa própria massa e nosso pão, mantém o padrão e a quantidade”.

O carro-chefe é o tradicional yakisoba. “É ótimo para duas pessoas e custa R$ 51”, recomenda Yang. “A massa artesanal dá um toque especial.”

Localizado provisoriamente na 205 South — em reforma no endereço 114, que pertence à empresa desde 1992 — a New China promete deliciar os brasileiros com iguarias chinesas por mais tempo.

tempero árabe

O Istanbul Cozinha Bar abriu há dois anos, mas tem muito a dizer. O foco, nas palavras do proprietário Nader Abdel Hadi, é “oferecer uma gastronomia variada, tanto oriental, quanto árabe e ocidental”. Daí o nome do espaço: “Istambul, uma cidade dividida entre leste e oeste”.

Prato emblemático para dividir: combo árabe (79,90 reais). Inclui um pouco de cada iguaria: homus, baba ghanoush, requeijão seco, berinjela Istanbul, tabule, quibe cru e pão árabe.

Além de todas as especialidades da culinária árabe, o ambiente busca sempre deixar os clientes à vontade, pois além de poder saborear os temperos árabes, também é oferecida diversão, já que o restaurante oferece uma variada programação musical.

anime favorito

A franquia do restaurante Katsu Lamen Home surgiu do sonho da família Kato de abrir um restaurante japonês de comida quente. Tudo começou em 2015 com uma pequena loja em Águas Claras. A proposta period trazer para Brasília “uma cozinha mais voltada para a simplicidade dos pratos servidos no cotidiano das casas japonesas, onde a massa é o destaque”, diz o criador Edson Kato.

“Sentíamos que faltavam restaurantes dedicados apenas a pratos quentes no Brasil”, lembra. “Além disso, não havia estabelecimentos especializados em ramen, prato hoje conhecido em todo o mundo.”

O que faz mais sucesso por lá, como vocês podem ver, claro, é o ramen, que varia de 45 a 68 reais, dependendo do acompanhamento: “Esse é um prato que dizem esquenta, abraça, não tem nada melhor que um bom ramen para começar ou terminar um dia agitado.” Kato explica como é preparado: “Composto por massa caseira e artesanal, caldo tremendous lento que ferve por até 12 horas, e toppings, toppings tradicionais como carne de porco picadinha, alga nori, pasta de peixe, carne de frango frita , legumes , ovos marinados em molho de soja, cebolinha, and many others.”

Não é à toa que é o prato preferido dos personagens de anime, “principalmente Naruto”, acrescenta.

100% indiano

O restaurante indiano Namaste, inaugurado há dois anos, traz literalmente um pedaço da Índia para o planalto central. Todos os ingredientes para os pratos produzidos na loja da Asa Norte são trazidos diretamente do leste do país: “A gente traz todos os temperos da Índia, porque eles não estão aqui”, diz o dono do restaurante indiano Ankit Rawat. .

“Aqui temos comida 100% indiana”, garante. “A mesma comida que você come na Índia é a mesma aqui, não muda nada.” Mas ele adverte com bom humor: “Mas aqui não colocamos [tanta] pimenta, como na Índia.

Além dos ingredientes, quem os processa também chegou do exterior: dois cooks indianos profissionais preparam os pratos mais famosos do país para os brasileiros. Rawat também é chef, mas ultimamente tem trabalhado fora da cozinha, aconselhando os clientes sobre as iguarias: “A gente explica para eles o que é a nossa cozinha, com pimenta, com temperos e tal.”

O menu apresenta os pratos indianos mais famosos. “Aqui temos várias opções, desde [pratos] veganos, vegetarianos, frango, cordeiro, camarão”, diz. Mas o que mais pede por lá é o frango com manteiga (49,90 reais) – frango cozido no molho de tomate com castanha de caju, creme de leite, manteiga e temperos – e o frango tikka masala (50,90 reais) – frango cozido no molho de tomate, molho, alho, manteiga , creme, gengibre e especiarias – além das famosas samosas (13,90 reais), uma espécie de pastel indiano recheado com frango ou legumes.

Tradições e cultura pop

Paulo Yang, dono da Soban Korean Kitchen, também está tendo problemas para encontrar ingredientes no Brasil. “Muito do que precisamos preparar, temos que fazer do zero”, diz ele.

O restaurante, inaugurado em abril de 2019, tem como objetivo oferecer o que há de mais tradicional na culinária e na cultura coreana: “Até pensamos em fazer uma fusão”. No entanto, com base na pesquisa, eles perceberam que a maioria dos brasileiros realmente queria comer o que period tradicional. “As pessoas que vêm ao restaurante sentem mais ou menos como é na Coreia.”

As receitas vêm da esposa de Yang, Patricia Lee, chef de Soban. “Queríamos trazer um aspecto acquainted”, enfatiza o proprietário. Independentemente disso, o fenômeno da cultura pop coreana que está em ascensão no streaming de dramas, filmes e músicas não escapou do interesse de quem procura um lugar para aprender mais sobre o país:”[As pessoas] eles começaram a assistir e isso aumentou o interesse deles pela comida coreana. No entanto, ele garante que o sucesso do restaurante não se deve a modismos: “A comida coreana em si é deliciosa, por isso os brasileiros adoram; brasilienses adoram comida deliciosa.”

Entre os pratos principais estão o bibimbap (de 52 a 57 reais) – conhecido como mexidao coreano, é o arroz com legumes, ovo e carne – e o bulpan bulgogi (a partir de 185 reais) – churrasco coreano com carne bovina ou suína, feito na mesa do cliente, com acompanhamentos – para três ou quatro pessoas.

Estagiários liderados por José Carlos Vieira

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