três dicas para equilibrar negócios híbridos e cultura empresarial

As empresas que são convertidas voluntariamente ou à força para o trabalho híbrido devem enfrentar novos desafios. Como proteger a cultura corporativa e garantir a harmonia das equipes?

As empresas que são convertidas voluntariamente ou à força para o trabalho híbrido devem enfrentar novos desafios. Flexibilidade de native e horário é a nova norma, mas também traz novos desafios para os líderes. Nesse contexto, como proteger a cultura, os valores e os ativos corporativos e como garantir a harmonia preferrred da equipe? Vamos descobrir quais práticas recomendadas são necessárias para tornar essa transição um sucesso.

Transição da gestão “tradicional” para a gestão “colaborativa”

A chegada de uma nova period em que o trabalho híbrido é a nova norma é certamente uma coisa boa. Os colaboradores têm muito mais liberdade e beneficiam de uma maior flexibilidade, tanto no native de trabalho como no horário de trabalho. Todas as empresas que superaram com sucesso várias crises nos últimos anos, incluindo saúde, econômica e geopolítica, têm sido ágeis e resilientes. Mas quando as interações físicas entre os funcionários diminuem, como garantir a coesão da equipe e manter a transmissão dos valores da empresa?

Uma das respostas vem dos auditores. O trabalho híbrido inclui gerenciamento híbrido e colaborativo. Portanto, cabe aos administradores implementar novas práticas. O desafio do gestor colaborativo é construir confiança, restabelecer ou fortalecer, escolher, cooperar de forma amigável para ativar a inteligência coletiva alinhada aos valores da empresa. Aqui, os gestores são os garantes da comunicação. Se as principais informações ou metas de negócios não forem comunicadas ou comunicadas em toda a organização, é improvável que o processo seja bem-sucedido.

Para apoiar as empresas nesta missão no dia-a-dia, as plataformas colaborativas ‘all-in-one’ podem desempenhar este papel, centralizando todos os recursos da empresa num centro de informação regularmente actualizado e aberto a todos os colaboradores. Operando nos cinco continentes, a ONG Makesense usa essa abordagem para facilitar a colaboração e também construir conexões apesar da distância. Coincidentemente, as bases de conhecimento se mostraram ainda mais úteis no contexto da crise da saúde, pois o trabalho remoto se tornou a norma. Muitos colaboradores aproveitaram para se apropriar mais da ferramenta e explorar funcionalidades mais complexas, mas também, e sobretudo, para reforçar o espírito de equipa. Por exemplo, os perfis muito detalhados dos funcionários nas Filipinas possibilitaram a conexão digital em um ambiente sem escritório.

Ferramentas para uma comunicação transparente

A segunda coluna é baseada na transparência. Se o velho mundo da gestão gosta de criar silos verticais ou horizontais principalmente porque temem a reação do outro ou a perda de poder (na verdade infundada), o novo mundo é a period da transparência. O que é transparência corporativa? Em primeiro lugar, trata-se de permitir que todo colaborador, independentemente de sua posição hierárquica, tenha acesso a todas as informações pertinentes ao seu cargo.

E isso é bom porque as ferramentas digitais de última geração permitem centralizar todas as informações da empresa em um único espaço, para que os colaboradores encontrem facilmente tudo o que precisam para realizar seu trabalho com eficiência e foco no essencial. Esta abordagem confere consistência ao trabalho realizado, liberta a criatividade e, assim, gera valor acrescentado e ganhos de produtividade propícios ao desenvolvimento da empresa e dos seus colaboradores. Essa dinâmica de transparência também contribui para acelerar a sinergia com todos os públicos internos e externos da empresa. Quando todos têm acesso à informação certa, no lugar certo e na hora certa, os projetos avançam rapidamente. Além disso, cabe aos novos gestores zelar para que essa transparência seja implementada de forma correta e seja permanente no tempo. Por fim, essa transparência também contribui para manter as equipes alinhadas, ou seja, cada membro tem o mesmo nível de conhecimento.

A declaração de Lydia ilustra esses elementos. Lançado em 2013, o “superaplicativo” bancário evoluiu para um aplicativo de trabalho tudo-em-um para centralizar e formalizar todo o know-how da empresa para fácil acesso por qualquer pessoa. Assim, criou uma única fonte de documentação que permite organizar um acompanhamento claro e eficaz de todos os projetos e poupar um tempo valioso para que todas as equipas se concentrem em questões-chave para o seu desenvolvimento.

Ouvir

A hibridação do trabalho significa que os funcionários agora trabalham de forma assíncrona em horários diferentes e em locais diferentes. Para garantir que seus funcionários estejam saudáveis, os líderes precisam ser mais cuidadosos do que antes. Para isso, é preciso criar canais de discussão com os colaboradores que se dedicarão a essa escuta, que deve ser diferente de reuniões relacionadas a um projeto profissional, e criar momentos especiais para esses compartilhamentos. Esta é a melhor maneira de detectar sinais fracos e suggestions para melhorar a organização. Sinais fracos são pequenos pedaços de informação que muitas vezes são ignorados, mas devem alertar o gerente. Algum funcionário não está mais presente nessas reuniões? Ele costuma relatar que se sente sobrecarregado? Então seu gerente precisa fazer questão de entender o que está acontecendo e se medidas precisam ser tomadas para melhorar seu bem-estar.

Essas trocas também são uma oportunidade de coletar suggestions dos funcionários sobre melhorias no ambiente de trabalho. Os gerentes têm tudo a ganhar ouvindo os funcionários para garantir sua produtividade e bem-estar.

Ferramentas flexíveis e escaláveis

A gestão híbrida passa por repensar a escolha das ferramentas digitais a utilizar para que todos possam cumprir as suas tarefas tendo ferramentas que evoluem de acordo com as suas necessidades. As ferramentas existentes ainda são adequadas? Eles suportam operação assíncrona e simultânea e são adaptáveis, escaláveis ​​e agnósticos o suficiente? Muitas questões que permitirão aos gestores escolher as ferramentas certas que se tornarão a base da gestão híbrida. É por isso que as empresas devem encontrar a melhor forma de gerir as suas equipas híbridas para que todos possam fazer o seu trabalho com ferramentas personalizáveis ​​que evoluem de acordo com as suas necessidades.

Por último, mas não menos importante: facilitar a adoção de soluções, partilhar boas práticas e envolver os colaboradores/utilizadores finais na seleção destas ferramentas. Um papel central para as missões do gerente colaborativo. Caso contrário, tudo isso será conversa fiada. É important que os gestores adotem novas ferramentas digitais para comunicar ou reunir informações em um único espaço digital e torná-lo um centro de informações único e confiável. Os gerentes podem encorajar suas equipes a fazer o mesmo simplesmente dando o exemplo.

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