Vai tomar sol no seu dia de folga? Veja como prevenir o câncer de pele

O diagnóstico precoce aumenta as possibilities de cura, por isso é basic observar a própria pele com frequência; saiba quais hábitos adotar para prevenir doenças

O câncer de pele não melanoma é o tipo mais comum entre os brasileiros. Segundo dados do Instituto Nacional de Oncologia (Inca) do Ministério da Saúde, representa 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Sua ocorrência está relacionada principalmente exposição prolongada ao sol sem proteção. Mas outros fatores também estão envolvidos: pessoas de pele clara, com muitas marcas no corpo, que sofreram queimaduras solares na infância, com histórico acquainted ou que tiveram banho de sol têm maiores riscos.

Esses fatores podem levar a uma alteração em que as células da pele começam a crescer de maneira anormal. anormal e desenfreado. É a partir dessa desregulamentação que surge o câncer de pele, que se divide em dois grupos, segundo Ramon Andrade, oncologista e membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o especialista, o câncer de pele pode ser melanoma ou não melanoma.

O mais comum deles é o não melanoma, que também costuma ser menos agressivo. É dividido em duas categorias: pode ser um Carcinoma basocelularquando as células da parte inferior da epiderme são afetadas, ou carcinoma de células escamosasnos casos em que as células afetadas são as células da camada mais superficial da pele. “Em ambos os casos, quando descobertos nos estágios iniciais, o tratamento é feito cirurgicamente”, garante.

O câncer de pele melanoma tem origem nos melanócitos, ou seja, nas células que produzem a melanina responsável pela pigmentação da pele. É menos frequente: segundo dados do INCA, representa 3% das neoplasias malignas do órgão. No entanto, é o mais agressivo, com maior taxa de mortalidade e maior probability de metástases – sempre Câncer se espalha para outros órgãos. Quando detectada precocemente, a cirurgia também é indicada como tratamento principal, mas em estágios mais avançados da doença, procedimentos adicionais podem ser recomendados, como por exemplo: Imunoterapia.

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O aparecimento de lesões que não cicatrizam e a alteração da cor, tamanho ou regularidade das manchas existentes são sinais de alerta

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  • Como identificar?

    Segundo José Roberto Fraga, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), A regra ABCDE pode ajudar na identificação. Nesse método, cada letra indica um aspecto das manchas e manchas na pele a serem observadas.

    • Assimetria. Em geral, os melanomas são lesões assimétricas. Manchas e pintas de formato assimétrico podem, portanto, indicar câncer de pele.
    • arestas. O contorno também deve ser levado em consideração. Seja com desfoque ou degradê, as bordas das marcas também devem ser observadas.
    • Cor. Várias cores no mesmo revestimento, como tons de preto e marrom, são um sinal de alerta para procurar a ajuda de um profissional médico.
    • Diâmetro. Lesões maiores que 6 milímetros também podem indicar um possível caso de câncer de pele, pois geralmente as pintas benignas não ultrapassam essa dimensão.
    • Desenvolvimento. Qualquer alteração observada nas características das lesões como crescimento, forma e coloração são pontos de atenção, principalmente quando ocorre repentinamente.

    Além desse método, que qualquer um pode dominar, outros fatores podem ser observados. Feridas que não cicatrizam e manchas que coçam, sangram ou descamam também são indicações. A compreensão desses aspectos, principalmente nos casos de melanoma, pode ser importante para o diagnóstico e tratamento precoces. “Ao identificar esses sintomas, o paciente deve procurar um médico especialista, por exemplo um dermatologista”, aconselha Fraga, que ressalta a importância de um diagnóstico rápido para aumentar as possibilities de cura.

    Como prevenir o câncer de pele?

    A prevenção é tão importante quanto o tratamento precoce. Veja recomendações de especialistas para prevenção do câncer de pele.

    • Proteja-se do sol. Evite ficar ao sol em horários de maior intensidade, como entre 10h e 16h. Se isso não for possível, use proteção como protetor photo voltaic, áreas sombreadas e roupas com proteção UV.
    • Uso best de FPS. Ao escolher protetores solares, evite aqueles com FPS abaixo de 30. Pessoas com pele clara ou sensível devem investir em FPS mais alto.
    • Protetor photo voltaic é rotina. O protetor photo voltaic não deve ser usado apenas em momentos de lazer, como na piscina ou na praia. Deve fazer parte da rotina e ser reaplicado a cada duas horas – principalmente em situações que envolvam suor ou contato com água.
    • Fatores hereditários. Um dermatologista explica que um paciente com histórico acquainted de câncer de pele tem uma probability maior. Se for o seu caso, garanta os cuidados de proteção, observe a própria pele com frequência e consulte um médico especialista.
    • Consulte um dermatologista. Recomenda-se visitar um dermatologista pelo menos uma vez por ano. Desta forma, é possível realizar um acompanhamento frequente e reconhecer atempadamente quaisquer alterações na pele.

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